Oktoberfest na faixa
quarto universitario

“Num filme o que importa não é a realidade, mas o que dela possa extrair a imaginação.” Charles Chaplin.

Nada melhor que ver um filme em um momento de ociosidade, mas o que é importante para você? Cenários fantásticos, com criaturas mitológicas, efeitos gráficos… ou uma boa história?

Atualmente uma grande parte dos filmes é lançada tento como apelativo as superproduções, mas nem sempre isso agrada todos. Leitores assíduos raramente gostam das “versões animadas” de seus livros.

Porem existe um estilo de cinema prioriza o conteúdo, não a produção, a Curta Metragem. Com cenários minimalistas e temas simples, contudo complexos, que mostra o comum dia de uma pessoa comum, ou como forma de documentário com temas rotineiros.

Por ser um estilo “fácil” de se produzir, com no máximo 30 minutos de duração, mas que por convenção, adotaram mais ou menos 10 minutos de filme, qualquer pessoa que tenha um bom tema, um equipamento comum e amigos pode produzir um filme de qualidade, qualidade essa que nós brasileiros temos de sobra e reconhecida mundialmente. Qualidade também incentivada pela falta de estrutura para grandes produções.

Na continuação dois trabalhos, um mais antigo e acredito até bem conhecido, e um um pouco mais novo. Curta os curtas. leia o restante

quarto universitario

Um fato bem desagradável me ocorreu há um certo tempo: na volta da páscoa, para ser mais exato, o ônibus com o qual voltava para maringá foi assaltado. Acabei perdendo entre outras coisas o meu celular. Contudo passado o lado negativo, se é que existe um positivo, percebi que não sentia tanta falta de um aparelho pequeno, cheio de funções e que poucos usam para fazer ligações. Comecei a pensar um pouco sobre isso.

Celular vem sendo mais um objeto de adorno do que propriamente uma ferramenta para facilitar a vida. Lógico que não serei hipócrita e sairei gritando: “os celulares são o mal do mundo”, mas podemos dizer que são o mal das crianças. Percebo isso já que não faz muito tempo que era uma criança e lembro do dia que fui comprar meu primeiro celular! Nokia 2280, um azul que acendia todo. Febre de vendas entre crianças, com o melhor jogo já criado para celular: o da cobrinha. Lembro também que raramente tocava mais que 3 vezes por semana e em 99% dos casos eram meus pais.

O que realmente acontece hoje é que o celular estimula o consumismo entre jovens, existe um obsolescência programada, celulares novos são lançados antes mesmo do primeiro lote do “antigo” ser vendido, com propagandas que estimulam a idéia de que quem tem o novo é “legal” quem não tem é “não legal”.

Saindo um pouco do lado jovem da questão,  sempre achei o telefone um meio pobre de comunicação. Uma falsa noção de proximidade e intimidade. Você se esconde por traz de cabos, tempo e espaço. Trazendo uma segurança de não interação entre emissor e receptor, uma falta de linguagem corporal, logo uma perda considerável de comunicação. Digo que acho pobre, não dispensável, vivo a 500km de “casa” e o telefone é o meio de comunicação mais fácil e rápido.

Felizmente o telefone fica em casa! Não mais! Como se não bastasse sermos, as vezes, incomodados quando estamos em nosso lar. Levamos o agente incomodador para todos os lugares. Nossas caminhadas, nossos jogos, nossos momentos de diversão, momentos que não queremos lembrar de nada, subitamente tirados de nós com um simples toque por alguém que não quer te deixar esquecer que tem problemas.

Não digo para que abandonem seus aparelhos. Apenas se der vontade de conversar com alguém e tenha condições físicas de estar junto…

desligue o celular e bata na porta!

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