Matar aula não é crime como somos induzidos a acreditar. O fato de dar uma escapulida de um trabalho entendiante ou de uma explicação sonolenta é condenado por muitos. Nesses muitos estão incluídos professores, coordenadores e pais.

Não, seus amigos nunca irão condenar sua estripulia. O máximo que pode acontecer é eles participarem junto.

Bart e sua trupe, exímios matadores de aula

Matar um aula não significa necessariamente que você sequer apareceu nela. Há muitas formas de matar aula estando dentro da sala de aula. Ficar alienado e pensando em assuntos totalmente fora do ambiente pode ser considerado uma matança de aula. Ficar secando uma amiguinha bonitinha também é! Mas os métodos mais comuns e eficientes no quesito não lembrar nada depois são o descanso forçado debruçado na mesa e ilustrações de alto nível em superfície plana, em outras palavras, dormir na cara dura e desenhar na mesa toda.

Vale lembrar que com a popularização da informática, em todo lugar há aulas de computação ou que utilizem laboratórios. Nem preciso dizer que é raro quem faz algo relacionado à matéria nesses períodos. Orkut, messengers e blogs dominam as telas do computadores.

Estudante aplicado que sabe o que é conteúdo de verdade. Que fazer trabalho que nada, bora ler um blog.

Para quem gosta de inovar nos métodos de escapar de uma sala de aula, pode optar por saídas mais excêntricas fugindo do comum, pular janela ou sumir de fininho.

versão brasileira | versão americana