A decisão de jornalistas poderem exercer a profissão normalmente sem a devida documentação, também chamada de diploma, movimentou discussões em todos os cantos da casa da minha vizinha. O fato pode em parte desvalorizar quem cursa uma instituição de nível superior na área, já que estará concorrendo diretamente com qualquer um que queira se aventurar no mundo jornalístico de igual para igual.
Não que seja uma concorrência a mesmo nível, afinal alguns recém formados estão muito menos aptos a vagas que outros que mesmo sem diploma tem vocação para a profissão. O inverso também ocorre. Profissionais com diploma muito melhor capacitados que outros concorrentes.

Essa idéia de trabalhar regulamentado mas sem a devida papelada identificando um profissional qualificado para a função não é incomum na sociedade. Apesar de muitos trabalharem fora de sua área de formação, diversas atividades tem atuantes e não tem métodos de documentação existente ou eficiente. Dentre eles podemos citar garotas de programas e garotos de programas programadores.
Seria uma situação um tanto inusitada pedir um currículo e uma cópia autenticada do diploma para uma prostituta antes de decidir fazer o programa. O mesmo é válido para programadores. Não, programadores não fazem programas semelhantes. Pelo menos a porção que me enquadro não.

Quando um programador está para ser contratado mais vale as mágicas que ele sabe fazer com as linguagens esquisitas que ninguém entende do que a papelada em si. Claro que como critério de desempate é bom ter um bom diploma, certificado ou contatos com a máfia local.
Mas o ponto principal a se questionar sobre essa zona de profissões não documentadas é o seguinte :
Se os jornalistas resolverem roubar as vagas em empresas de programação. As prostitutas assumirem os postos em jornais e revistas. O que sobrará para nós programadores?!
Aaaaaaaa!
















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