Minimização da Sétima Arte

“Num filme o que importa não é a realidade, mas o que dela possa extrair a imaginação.” Charles Chaplin.

Nada melhor que ver um filme em um momento de ociosidade, mas o que é importante para você? Cenários fantásticos, com criaturas mitológicas, efeitos gráficos… ou uma boa história?

Atualmente uma grande parte dos filmes é lançada tento como apelativo as superproduções, mas nem sempre isso agrada todos. Leitores assíduos raramente gostam das “versões animadas” de seus livros.

Porem existe um estilo de cinema prioriza o conteúdo, não a produção, a Curta Metragem. Com cenários minimalistas e temas simples, contudo complexos, que mostra o comum dia de uma pessoa comum, ou como forma de documentário com temas rotineiros.

Por ser um estilo “fácil” de se produzir, com no máximo 30 minutos de duração, mas que por convenção, adotaram mais ou menos 10 minutos de filme, qualquer pessoa que tenha um bom tema, um equipamento comum e amigos pode produzir um filme de qualidade, qualidade essa que nós brasileiros temos de sobra e reconhecida mundialmente. Qualidade também incentivada pela falta de estrutura para grandes produções.

Na continuação dois trabalhos, um mais antigo e acredito até bem conhecido, e um um pouco mais novo. Curta os curtas.

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