Mais do que uma experiência diferenciada, morar sozinho por vezes uma necessidade. Não é verdade que só quem passa por isso encontra a felicidade, muito menos que todos que tem seu próprio espaço encontrem, o fato que determina o quanto é importante você poder denominar um lugar de seu são as regras que são impostas nele, nesse caso, por você mesmo.

Pode parecer confuso e um tanto infantil essa visão de fugir do aconchego da casa dos pais para viver num ambiente onde você determina o que é certo ou errado. A intenção não é causar uma revolução e promover uma anarquia, onde os filhos saiam de casa para viver em falsas liberdades numa casa qualquer. O fato é que se o objetivo é sumir dos olhos dos pais a idéia de crescimento já foi ignorada e tudo que resta é o querer de festa e baderna. Só não se pode esquecer que no final não há quem limpe a sujeira por ti.

Retomando o fator morar sozinho, há muitos pontos interessantes nessa situação, tais como desenvolver um senso de maturidade e habilidades antes não requisitadas. Saber lavar louça se torna muito necessário depois do primeiro mês longe da mãe.

Mas o principal fator de não ter quem lhe vigie na sua própria casa se faz mais visível quando se é solteiro, principalmente para os barbados em tempos de faculdade ou adolescência eterna. Isso porque os hormônios estão em alta e a carteira em baixa, então motéis nem pensar. Resta aos sedentos levar as presas para o covil, humilde residência ou abatedouro. Nomes típicos dados ao quarto por esse tipo de marmanjo.

Tal assunto veio a tona diante de um vídeo publicitário que aborda o fato de um rapaz levar uma garota num clima romântico para sua casa. O porém, ele é um dos desfavorecidos de casa própria e ainda mora com os pais. O efeito disso numa noite de sexo selvagem é devastador.

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Mas antes que alguém condene o fato de morar fora ser apenas para motivos de sacanagem, vale lembrar que há muitos incidentes na própria casa de família.