
Há anos eu já venho acompanhando a evolução da necessidade das mulheres se adequarem aos padrões de beleza estabelecidos pela mídia, mas só começamos a nos preocupar no quanto isso é sério a partir do momento que começa a nos afetar de maneira direta. As curvas e volume que no passado eram cultuados hoje são descartadas, dando lugar a uma fisionomia bem mais enxuta, porém bem distribuída.

Se analisarmos o ideal buscado por elas, podemos resumir em um corpo bem trabalhado, com peito e bunda. Mas nem todas tem uma tendência ao físico desejado e outras que teriam não aguentam a rotina exigida para mante-lo. A saída mais óbvia seria uma método rápido, mesmo que não saudável. Agora compreende o porque de tantos produtos milagrosos anunciados em canais de venda, né. O problema é que normalmente esses produtos são recomendados em conjunto com a tal rotina ruim de exercícios pesados.
Remédios parecem não fazer efeito, exercícios fazem parte de uma realidade malígna distante e mesmo assim o ideal de parecer com os padrões permanece, eis que surge uma outra solução no mercado: o disfarce. Basicamente não se trata de uma fantasia convencional, mas sim de peças que transformem seu corpo, quase como um Photoshop real.

Por baixo da roupa mora o perigo. Corra para as montanhas!
Não se trata dos corseletes com caráter sensual e sim dos com propósitos maldosos de enganar a presa. A presa, no caso, algum pobre rapaz ingênuo e desatento à metodologia de disfarce das fêmeas mal intencionadas. Se for virgem, mais fácil ainda de cair no truque. Sem contar é claro, que aliada a essa mágia do disfarce está a desculpa da timidez e da luz apagada, para que só pela manhã ao raiar do sol a realidade possa ser analisada.
Lembrando que existem artefatos desse estilo para peitos, bunda, barriga e perde-se de vista o que mais. Se quiser ter noção do quanto está evoluída a indústria da enganação feminina, consulte algum catálogo da Avon.















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